Calculadora de Raio de Percepção
Calculate how far an earthquake can be felt and what intensity you would experience.
CalculationComo o Raio de Percepção do Terremoto é Determinado
O raio de percepção de um terremoto é a distância máxima do epicentro na qual as pessoas podem perceber a vibração. Depende principalmente da magnitude e profundidade, mas também da geologia local, hora do dia (as pessoas são mais propensas a notar a vibração quando estão sentadas) e tipo de edifício. Modelos sismológicos estimam o raio de percepção usando relações de atenuação de intensidade que descrevem como a Intensidade Mercalli Modificada (MMI) diminui com a distância. O limiar de percepção humana é aproximadamente MMI II — uma vibração leve que pessoas nos andares superiores de edifícios podem notar.
A profundidade desempenha um papel crucial na determinação do raio de percepção. Um terremoto raso a 5 km de profundidade concentra energia perto da superfície, produzindo vibração intensa, mas localizada. O mesmo terremoto de magnitude a 100 km de profundidade distribui energia em um volume muito maior, resultando em uma área de percepção mais ampla, mas com menor intensidade de pico. É por isso que terremotos profundos são frequentemente sentidos a distâncias enormes — o terremoto M8,3 do Mar de Okhotsk em 2013, a 609 km de profundidade, foi sentido em toda a Rússia, mas causou danos mínimos devido à atenuação da energia em um caminho tão longo.
A Escala de Intensidade Mercalli Modificada
- MMI I-II: Não sentido ou quase imperceptível. Detectado apenas por sismógrafos ou por poucas pessoas em repouso nos andares superiores.
- MMI III-IV: Sentido em ambientes internos por muitas pessoas. Objetos pendurados balançam; parece um caminhão passando. Sem danos.
- MMI V-VI: Sentido por quase todos. Pratos quebram, livros caem de prateleiras, rachaduras menores no gesso. Danos estruturais leves possíveis.
- MMI VII+: Danos a estruturas mal construídas. Pessoas têm dificuldade em ficar de pé. Estruturas bem projetadas podem sofrer danos moderados a partir de MMI VIII.
Usos Comuns
- Estimar a que distância um terremoto poderia ser sentido para planejamento de emergência e comunicação pública.
- Entender a relação entre a profundidade do terremoto e a área de vibração perceptível.
- Comparar a área de impacto potencial de diferentes cenários de terremotos para avaliação de risco.
How to Use
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1
Enter Magnitude and Depth
Input the earthquake's moment magnitude (Mw) and focal depth in kilometers. Depth is the most important modifier of felt radius after magnitude—shallow events (< 15 km) are felt over smaller but more intensely shaken areas.
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2
Select Regional Attenuation
Choose your tectonic region. Eastern continental regions (eastern US, stable cratonic areas) have lower attenuation and transmit seismic waves farther than western active tectonic regions (western US, Japan) where the crust attenuates energy more rapidly.
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3
Read the Intensity Map
View the estimated MMI contours at distances ranging from the epicenter to several hundred kilometers. Each contour corresponds to a descriptor from 'not felt' to 'violent shaking,' based on USGS ShakeMap attenuation relations.
About
The geographical extent of earthquake felt shaking depends on a cascade of physical processes that attenuate seismic energy from the source to distant sites. Ground Motion Prediction Equations (GMPEs) are the mathematical backbone of felt-radius estimation, empirically derived from hundreds of thousands of ground motion recordings worldwide. Modern GMPEs are region-specific: the eastern US crustal model (Atkinson and Boore 2006) predicts felt radii roughly twice those of equivalent-magnitude western US events because the cold, rigid eastern craton transmits seismic waves with lower attenuation (higher Q values) than the warm, fractured western crust.
The USGS 'Did You Feel It?' citizen science platform has transformed intensity estimation. Since its launch in 1997, it has collected over 100 million intensity reports from millions of contributors worldwide, providing dense spatial coverage of felt shaking that instrumental networks alone cannot match. Statistical algorithms convert individual reports—rating shaking intensity on a structured questionnaire covering felt motion, sounds, object movement, and structural effects—into aggregate community intensity values that correlate strongly with instrumental measurements. This crowdsourced intensity data is now incorporated into ShakeMap products alongside seismograph recordings.
Felt radius data over decades reveals systematic regional patterns. In the stable cratonic interior of the eastern US, M5.0 earthquakes have been felt at distances exceeding 1,000 km—the 2011 Virginia M5.8 was felt from Georgia to Nova Scotia. In California's tectonically active crust, a M5.0 is typically felt within 200 km. The New Madrid Seismic Zone, straddling Missouri, Arkansas, and Tennessee, presents a particular challenge: the region has produced M7.0–M8.0 events (estimated, 1811–1812) and sits atop thick, seismically efficient sedimentary sequences; a repeat sequence today would impact a population orders of magnitude larger than the sparse frontier settlements of the early 19th century.